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Vídeos explicativos sobre a eletricidade do automóvel (Vídeo Aulas)







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Manutenção preventiva no seu carro



Dados da Polícia Rodoviária Federal apontam que cerca de 5% dos acidentes de carro nas estradas brasileiras acontecem por falha mecânica do veículo. Durante o natal, só na BR-040 - no trecho que liga Juiz de Fora à Barbacena - circularam 20 mil carros por dia.

Portanto, todo cuidado é pouco não só na hora de dirigir. Claro que usar o cinto de segurança e redobrar a atenção na estrada é importante. Mas antes, o motorista deve ficar atento a um detalhe que pode salvar vidas: a revisão do veículo.
Revisar por quê?

Para o proprietário de oficina mecânica, Fabiano Barbosa Altomar, a revisão é fundamental. Ele destaca que a maioria das pessoas só leva o veículo para a oficina quando ele quebra. \"Manutenção preventiva não faz parte da cultura do brasileiro. Aqui na oficina só 15% das revisões são desse tipo\".

Ele ressalta alguns pontos que não podem ficar sem uma checagem antes de qualquer viagem. \"Quem vai pegar a estrada deve olhar o motor, o freio e a suspensão\". Para ele, a revisão é válida até para quem não tem dinheiro: \"Mesmo sem poder consertar tudo de uma vez, o motorista viaja com mais cuidado, sabendo onde não pode abusar do carro\".

Nessa época do ano, os pedidos de revisão aumentam, mas ainda assim continuam poucos se comparados com as manutenções por defeitos. O mecânico, Wellington de Paula Cardoso, explica que a prevenção deve ser feita de seis em seis meses ou de 30 mil em 30 mil quilômetros. \"Muitas vezes prevenir fica mais barato do que remediar\". Ele explica que uma revisão em um veículo sem trabalho preventivo sai por até R$ 400. Já o trabalho em um automóvel que é periodicamente revisado sai por até R$ 200.

Principais focos

Na hora da revisão toda a atenção deve ser para os componentes que garantem a segurança do carro. Os freios devem ser checados, especialmente as pastilhas que garantem a eficiência da freada. Outra parte que deve ser olhada atentamente é a suspensão. De acordo com Fabiano, \"essas são as partes que mantém o carro no chão, que garantem a segurança da viagem. Se a pessoa não tiver dinheiro para olhar o motor, deve pelo menos checar a suspensão e os freios\".

Como a segurança é o principal fator de uma revisão, os equipamentos de segurança não podem ser esquecidos. \"O macaco, o triângulo e o step, que deve estar cheio, também devem ser verificados\", destaca Wellington. A próxima etapa é conferir o óleo. \"Se estiver com nível baixo ou gasto, pode comprometer todo o funcionamento do carro\", alerta o mecânico. O nível da água também deve estar em dia, pois \"se a água for pouca, o carro pode ferver e dar problema no motor\", completa.

Dicas

Veja o que você pode fazer em casa para ter uma viagem mais segura:
  • A cada 500 quilômetros rodados o motorista deve verificar o nível do óleo do motor, através da vareta de controle. Para isso o carro deve estar em local plano e com o motor quente.
  • O cinto de segurança não pode ficar sobre o pescoço. A parte superior do encosto de cabeça deve ficar na altura dos olhos do ocupante do banco, para que ele ser protegido contra lesões na coluna cervical e no pescoço em uma possível batida.
  • O pisca-alerta deve ser ligado somente quando o veículo estiver parado em condições de emergência
  • Se o carro deslizar sobre água (aquaplanar) o motorista não deve, em hipótese alguma, frear e nem pisar na embreagem. Deve soltar o acelerador e deixar o atrito com a água reduzir a velocidade até que as rodas tenham contato com o piso.
  • As crianças devem ficar sempre no banco traseiro. As com idade de até 4 anos devem ser transportadas em cadeiras especiais, com cintos próprios. Dos quatro aos 10 anos é recomendado transportá-las sobre uma almofada para o cinto não encostar no pescoço. Bebês, mesmo recém-nascidos, não devem viajar no colo da mãe, pois em caso de colisão a criança pode ser usada como amortecedor no impacto com o painel ou banco da frente. O ideal é transportá-las em cadeirinhas fixadas de costas do sentido do carro.
  • O motorista também precisa estar descansado e com a saúde em dia. O cansaço diminui os reflexos e aumenta a chance de acidentes. O motorista não deve beber ou tomar medicamento antes de viajar. É importante, também, usar roupas adequadas às condições climáticas.
  • E, se mesmo assim você ainda não se animou a fazer uma revisão no seu carro, lembre-se que falta de equipamentos de segurança ou péssimo estado de conservação do veículo dão multa. O motorista descuidado pode ficar com menos R$ 161 para gastar na viagem, além de perder cinco pontos na carteira de motorista.
fonte: http://anunciarencontrar.com.br/posts/1543/fasa_revisAo_no_seu_carro_antes_de_viajar_/ 
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Ajuste dos faróis, pane elétrica, baterias..

AJUSTE DOS FARÓIS
O ajuste dos faróis deve ser feito a cada seis meses. Podem ser regulados em casa, desde que o piso da garagem seja plano. Atrás dos refletores há dois parafusos, um para a altura e outro para ajuste lateral. Encoste o veículo na parede e procure nas lentes uma marca que indique o centro dos faróis. Se não houver, oriente-se pelo centro da lâmpada. Então, marque na parede esses pontos. Afaste o carro por cinco metros, em linha reta, e faça um "X" cinco centimetros abaixo dos primeiros pontos. Ligue esses dois pontos com uma linha reta. Com os dois parafusos, faça os ajustes até que o facho atinja a altura da linha feita na parede.

PANE ELÉTRICA
Carro com injeção eletrônica falhando pode ser sinal de pane elétrica, o problema pode estar no temporizador (que regula a quantidade de combustível enviada ao motor). Basta olhar no dispositivo, que fica no painel, proximo à indicação da bomba de injeção. Identificada a irregularidade, o motorista deve chamar um eletricista. Mas, na hora de uma emergência ligando o terminal 30 ao 87 ele volta a funcionar.

FONTE: www.carrosnaweb.com.br

BATERIA
Três componentes são responsáveis por esta função: o motor de partida, o alternador e, o principal, a bateria. Quanto ao motor de partida, basta observar se, ao girar a chave, o motor está sendo impulsionado a girar com força; se a resposta for não, então só a substituição do componente resolverá o problema. Já quanto ao alternador, observe se a bateria está sendo recarregada, caso contrário, o componente também deve ser substituído.

A bateria automotiva é uma peça comumente esquecida em qualquer que seja a preparação elétrica do carro, embora a sua importância seja enorme. Ela deve ser encarada como a primeira peça a ser avaliada antes de qualquer coisa, porque afinal, tudo depende dela.

Primeiro vamos esclarecer o que é uma bateria forte ou fraca:
A potência da bateria pode ser avaliada de acordo com a sua carga nominal que é a amperagem (A), toda a parte elétrica do carro funciona em 12 volts e cada equipamento consome uma certa amperagem, portanto quanto mais amperagem tem a bateria mais equipamentos ela suportará.

O problema das baterias originais é que elas têm a capacidade para suportar somente a parte elétrica original do carro, tudo que for adicionado como módulos amplificadores de som, módulos de ignição e iluminação farão com que a bateria se desgaste mais rápido e não forneça energia suficiente, fazendo com que o investimento dos equipamentos não dêem o retorno desejado.

A bateria é o único item do sistema de partida que abre algumas exceções, por exemplo: pode-se recarregar. Se o veículo demorar a dar partida, ou não estiver realizando está função, procure um posto autorizado ou uma autoelétrica de sua confiança e faça a medição da tensão. Se estiver baixa, a bateria pode ser recarregada fora do veículo, com a chamada carga lenta. Segundo Antônio Júnior, gerente de produtos da Moura, os dispositivos eletrônicos que não são homologados pela fabricante do veículo são os principais responsáveis por descarregarem a bateria. O gerente da Moura destaca ainda a importância na hora de descartar a bateria que já não tem mais utilidade. “É preciso descartar em postos de recolhimento ou acionar a logística reversa da própria marca, caso possua”. A Moura recolhe e reutiliza as baterias de seus clientes em sua própria fábrica de reciclagem.

FONTE: www.revistatransportemundial.com.br


BATERIAS AUTOMOTIVAS
Os primeiros veículos funcionavam à base de magneto para alimentação da bobina e das velas, sendo que a partida era a base de manivela e a luz era alimentada com gás de carbureto gerada por um pequeno aparelho instalado no próprio veículo, cujo gás alimentava diretamente o farol.
Foi nos meados de 1912 que surgiu a ignição por bateria, este sistema fora implantado depois de uma fatalidade; um executivo de uma fábrica de automóveis fora ajudar uma senhora que estava com seu carro parado, procurou acionar a manivela. Porém a "centelha" não estava atrasada. Isto é, a ignição deveria ocorrer no fim do ciclo de compressão. Estando adiantada a centelha, o retrocesso do motor foi violentíssimo e a manivela escapou atingindo violentamente o rosto do infeliz Mr. Carter que veio a falecer no mesmo dia.
Um amigo deste Mr. Cárter se reuniu com o presidente da Cadillac, e ambos criaram o sistema de acionamento elétrico. O sistema funcionou muito bem e fora adotado por todos os modelos Cadillac. Atualmente, este sistema de ignição é utilizado em todos os veículos de passeio.

FONTE: http://www.curiosidades.jeitoetalento.com

O RESULTADO DA FALTA DE CONCORRÊNCIA ENTRE FABRICANTES DE AUTO PEÇAS
Se você já precisou utilizar uma peça para substituir em seu veículo e teve que recorrer à concessionária, sem dúvida ficou muito aborrecido, ou no mínimo assustado com a diferença entre o valor em comparação com outros fabricantes independentes.

Renato Fonseca, presidente da Anfape, confirmou que imposto ou qualquer outra coisa não é motivo para essa diferença tão absurda, “Pelo contrário, elas gozam de incentivo para esse tipo de produção, a diferença é exclusivamente para aumentar a margem de lucro”.

Os valores realmente são abusivos, por exemplo, se você necessita de uma peça com valor de R$100, na concessionária o valor seria de aproximadamente R$300, chegando a um aumento de cerca de 200%. Um dos fatores que contribui para isso é que existem poucos produtores externos, deixando a concessionária com a possibilidade de estipular o preço que desejar.

“Se houver um grande número de produtores, o preço na concessionária também cai” salientou Renato. Apesar desse alerta também precisamos alertar a todos que verifiquem os valores dentro e fora da concessionária, pois caso decida por substituir as peças fora da concessionária, a garantia oferecida para o veículo é perdida, e passa-se a vigorar a garantia estipulada pelo vendedor.

FONTE: www.noticiasautomotivas.com.br

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Em silêncio: algumas falhas em veículos

Alguns componentes dos veículos não avisam quando estão com problemas. Esse silêncio pode acarretar em prejuízos e deixar o motorista na mão. Por isso, é bom ficar atento, porque nem sempre os sinais das falhas são evidentes e somente uma boa manutenção preventiva pode livrar o motorista de situações desagradáveis.
Segundo especialistas, essas falhas silenciosas afetam, principalmente, o motor. "A falta de limpeza dos bicos injetores, que levam o combustível para dentro do motor, é um exemplo disso, já que impedem a livre passagem do combustível fazendo o carro falhar".

Uma falha como essa diminui a potência do automóvel, fazendo com que o consumo de combustível seja maior. "Isso acontece porque os filtros de ar e combustível, quando demasiadamente sujos, acabam deixando passar resíduos que entopem os bicos, forçando a bomba de combustível".

De olho e ouvidos atentos
Não é só o motor que sofre com os problemas silenciosos, outras falhas podem ocorrer sem que o motorista perceba, como na bobina de ignição, correia dentada, fluido de freios, sistema de arrefecimento e outros. Todos eles, porém, podem ser evitados com a manutenção preventiva minuciosa.

"Recomenda-se a manutenção preventiva das peças uma vez ao ano e a troca dos filtros de ar, combustível e óleo a cada seis meses".
Desgaste da correia dentada, por exemplo, pode fazer o carro parar. Isso ocorre quando ela se rompe. Além disso, essa quebra causa prejuízos ao motor. Manutenção também é necessária no sistema de resfriamento do veículo.
Sem uma revisão atenta, pode ocorrer um superaquecimento, podendo fundir as peças internas do motor e rachando o bloco. Rodas desalinhadas também causam prejuízos e não só para o bolso, pois rodas desalinhadas aumentam o consumo de combustível e o índice de poluição da cidade.
Bolhas de ar no fluido de freio pode ocasionar um funcionamento irregular do sistema, podendo provocar acidentes. Isso acontece quando o fluido não é trocado a cada 15 ou 20 mil quilômetros. Além do risco à segurança, a falta de troca também pode corroer as partes internas dos freios, diminuindo a vida útil das peças e aumentando o gasto com manutenção".

FONTE: http://www.curiosidades.jeitoetalento.com
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Algumas lendas sobre a conservação de automóveis

*Pulverizar o chassi do carro com óleo de mamona ajuda na conservação.
FALSO!
A pulverização de óleo de mamona por baixo do carro era prática comum após a lavagem. Porém, não é recomendada porque colabora para a aderência de sujeira e, em alguns casos, pode corroer as borrachas de vedação.
*Lavar o motor pode trazer problemas em seu desempenho.
VERDADEIRO!
Antigamente, lavar o motor e deixá-lo tinindo era sinal de capricho para os apaixonados por carro. Mas o tempo passou, a eletrônica invadiu os veículos e trouxe algumas restrições. Mais do que prejudicar o desempenho, a água pode danificar os componentes eletrônicos instalados sob o capô. Muitos postos nem oferecem mais o serviço. A alternativa é utilizar um pano umedecido ou uma escova para retirar a sujeira do motor.
*Esquentar o motor antes de sair com o carro aumenta sua vída útil.
DEPENDE!
Se o motor possuir sistema eletrônico de gerenciamento, como todos os novos carros, é falso. Tanto a lubrificação como a dosagem da mistura ar/combustível já estão devidamente programadas e a eficiência da bomba de óleo, bem como da de gasolina, proporciona o desempenho adequado mesmo com o motor ainda frio. Em veículos mais antigos a afirmação é verdadeira. Pois, no início do funcionamento, eles apresentam deficiência de lubrificação e desequilíbrio na mistura ar/combustível, provocando maior atrito entre as peças metálicas.
*Deve-se pisar na embreagem para dar partida no motor.
VERDADEIRO!
Acionando a embreagem, alivia-se a carga no volante do motor no momento da ignição. Embora não exista uma orientação oficial das fábricas para que esse procedimento seja utilizado, sua eficácia é garantida.
*Em lombadas ou valetas, é melhor passar com o carro na diagonal, uma roda de cada vez.
FALSO!
O sistema de suspensão foi preparado para funcionar em qualquer situação. Todavia, você deve levar em consideração que, em linha reta, o carro sofrerá uma torção menor e, asssim, molas e amortecedores trabalharão ao mesmo tempo dos dois lados, gerando mais conforto a todos passageiros.
*Existem cores de carro que são mais seguras.
VERDADEIRO!
Podem não ser as preferidas dos motoristas, mas cores como o amarelo e o laranja se destacam tanto de dia quanto de noite, ou em situações de risco, como chuva e neblina. Caso as cores não lhe agradem, não se preocupe. A utilização correta dos instrumentos de sinalização do carro, como farol, lanterna e pisca, também garante sua visibilidade e segurança.
*É proibido dirigir sem camisa.
FALSO!
O Código de Trânsito brasileiro não faz nenhuma menção sobre dirigir sem a parte de cima do vestuário masculino.
*Devo ligar o pisca-alerta no meio da neblina para mostrar que estou trafegando naquele ponto.
FALSO!
Nunca ligue o pisca-alerta (ou mesmo o farol alto) quando estiver trafegando no meio da neblina. Pisca-alerta ligado significa que o carro está parado, devendo ser usado somente nesta situação. O correto é diminuir a velocidade e ligar os faróis baixos ou de neblina. Para parar no acostamento, avise com antecedência, observando com atenção se já não há outro carro parado sua frente.
*Posso dirigir descalço na estrada ou na cidade.
VERDADEIRO!
É permitido dirigir descalço em ambas as situações, já que o Código de Trânsito brasileiro não faz nenhuma menção explícita sobre a questão. O artigo 252 diz apenas que é proibido dirigir usando "calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais (ou possa se enroscar neles), como chinelo de dedo ou outro calçado que não tenha as tiras presas atrás dos calcanhares." Com calçados deste tipo, o motorista recebe 4 pontos na carteira e multa de 78,16 reais.
Elas são fundamentais à vida do motor:
Apesar de discretas e muita gente nem saber qual sua função elas são fundamentais para o bom funcionamento do automóvel. Estou falando das velas de ignição, quando bem reguladas reduzem o consumo de combustível e melhoram o desempenho do carro.
Segundo especialistas, o ideal é que todos sigamos as recomendações do manual do proprietário e faça as revisões a cada quinze mil quilômetros.
> Utilização da vela adequada ao modelo do veículo;
> Sistema de ignição regulado;
> Correto ajuste de abertura dos eletrodos;
> Cabos de ignição em perfeito estado;
> Uso de combustível de boa qualidade.
São alguns fatores que contribuem para a longevidade das velas de ignição.
FONTE: www.autoeletricanatalense.com.br